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O blog volta a apresentar problemas técnicos e deve passar alguns dias fora do ar. Para acompanhar a coluna "Toda Mídia", com atualização diária e acesso para assinantes Folha e UOL, clique aqui.

Escrito por Nelson de Sá às 10h40

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"Enquanto isso, na selva"

O "Washington Post" contrastou ontem, em sua página A5, que "o Fórum Social Mundial, um encontro de defensores de trabalhadores e dos pobres, abre em Belém, no Brasil", hoje; e que "o Fórum Econômico Mundial, um encontro de elites econômicas e políticas, abre em Davos, na Suíça", amanhã.

O Fórum Econômico, como se vê, anda por baixo. No enunciado do "Financial Times", ontem, vive-se "O pico do descrédito de Davos". Em outro texto do jornal econômico, o banco Goldman Sachs, "conhecido por realizar umas das festas mais quentes do reluzente Fórum Econômico", desistiu. O Merril Lynch, também.

Por outro lado, ontem no site da "Wired", Bruce Sterling postou que, "Deus!, os alterglobalistas devem estar se sentindo bem atrevidos com o abjeto colapso do capitalismo mundial... isso, se eles acharem dinheiro para voar até o Fórum Social".

E linka para a cobertura da agência engajada IPS, que vê a "Crise como oportunidade para um outro mundo".

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de hoje.

Escrito por Nelson de Sá às 09h53

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TV digital à força

José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, abriu o ano saudando em seu blog na Globo.com que em fevereiro a TV analógica seria desligada nos Estados Unidos, saindo "definitivamente do ar". E que a TV digital "é irreversível". Alguns dias e ele precisou voltar atrás.

E agora os republicanos do Congresso, noticiam as agências, estão perto de ceder à pressão democrata para adiar o fim do sinal analógico. Segundo o instituto Nielsen, 6,5 milhões perderiam agora sua televisão, com a digitalização compulsória.

Também no Brasil a TV digital "não pegou", registra hoje a coluna Outro Canal, na Folha. "A Globosat está revendo plano que previa transformar pelo menos parte da programação de seus canais em alta definição." Os motivos seriam que "a TV digital ainda não decolou, falta conteúdo em HDTV, a crise mundial".

De qualquer maneira, "a Net prepara o lançamento de um receptor de TV digital de alta definição popular", ao custo de R$ 300, ela que hoje "oferece apenas um receptor combinado com gravador digital", de R$ 800.

E "o governo prepara novas medidas para acelerar a implementação da TV digital brasileira", em operação "capitaneada pelo ministro Hélio Costa". Em suma, destaca hoje o site Tele-Síntese, "Indústria terá que ampliar fabricação de TV digital", por força de "cotas crescentes".

Maquiagem - Daniel Castro revela que o Ibope mudou o cálculo de audiência, passando a desconsiderar TVs ligadas a DVD e games, e elevou o "share" das redes. E assim "a Globo divulgou (sem alertar sobre a mudança) que 'Caminho das Índias' estreara com 61%" e não 58%.

Horário nada nobre - Não é só no Brasil que "infomerciais", longos comerciais para venda imediata, via telefone, se disseminam pela TV. Segundo o "NYT", os horários nobres de redes e canais pagos foram tomados por eles, ocupando o espaço deixado pelos anunciantes tradicionais, na crise.

A TV paga continua - O site Pay-TV levantou junto a Telefônica e Sky que as vendas de TV por assinatura não mostraram "nenhum sinal de retração" em dezembro e janeiro, quando as "previsões eram de queda", em função da crise econômica mundial.

Escrito por Nelson de Sá às 10h52

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Faz sentido

A semana terminou com o anúncio pelo próprio "New York Times" de que negocia a venda de parte "substancial" de sua sede recém-inaugurada. E com a Moody's cortando a avaliação da empresa do jornal para Ba3, que a Reuters diz significar "junk", lixo.

E Carlos Slim, o bilionário mexicano que investiu US$ 250 milhões no mesmo "NYT", dias atrás, declarou via porta-voz que não quer se intrometer na cobertura do jornal, que foi apenas mais um "investimento que faz sentido financeiramente". O concorrente "New York Post", de Rupert Murdoch, deu reportagem lembrando que um ano e meio atrás o "NYT" qualificou Slim de "barão-ladrão" que enriqueceu favorecido na privatização das telecomunicações do México.

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de hoje.

Escrito por Nelson de Sá às 09h12

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Blog da coluna "Toda Mídia" (assinantes Folha e UOL), de segunda a sexta, pela manhã, escrito pelo jornalista Nelson de Sá.

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