Toda Mídia
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Google e seus limites

O Google, após desistir do projeto de vender publicidade para jornais e revistas, deixou para trás também a "ambiciosa tentativa" de entrar na publicidade de rádio. Foi "um golpe sério em sua ambição de avançar para além dos limites da internet", avalia o "Financial Times".

O site ValleyWag vai além e proclama que o "Google abandona seus sonhos de grande mídia", embora Susan Wojcicki, que anunciou a decisão ontem no blog do gigante de busca, insista que ele vai seguir buscando se viabilizar em televisão. O ValleyWag ironiza:

_ Como Napoleão na Moscou abandonada, Larry Page e Sergey Brin lideraram o avanço do Google sobre a publicidade tradicional, só para descobrir que não havia mais o que saquear. E vem aí a grande retirada imperial, começando por 40 demissões.

Esperança - A "Economist" avalia que "a crescente popularidade dos e-books pode oferecer esperança aos jornais". De um lado, saiu o novo Kindle (esq.) da Amazon, já com "assinatura de vários jornais à disposição". De outro, o iPhone virou um instrumento popular de leitura, com o download de softwares como eReader. O argumento central é que "os consumidores tratam celulares e Kindles de forma diferente dos PCs", quer dizer, "eles pagam pelas mensagens de texto, embora e-mails sejam grátis".

Neo-agências - Em contraste, a "Economist" destaca como as agências de notícias, que nasceram dos jornais, estão aprendendo a "viver sem eles". AP, AFP e demais crescem hoje pela demanda dos sites. E Reuters, Dow Jones e Bloomberg até oferecem as notícias diretamente, em sites com publicidade.

"Fairness doctrine" - A "doutrina de justiça" em TV e rádio, que vigorou nos EUA entre 1949 e 78 e permitia à agência de telecomunicações exigir "opiniões contrastantes" das concessões públicas, voltou à pauta nas últimas semanas, via senadores democratas. E até Bill Clinton defende a doutrina para lidar com radialistas como Rush Limbaugh, sustentados por "big money".

Escrito por Nelson de Sá às 10h06

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"JN", uma eleição depois

De Mônica Bergamo, hoje na Folha:

_ José Serra tem surpreendido por seus rasantes no Rio. Nesta semana, foi ao aniversário de 60 anos de Francisco Brandão, da agência FSB, no Copacabana Palace, onde dividiu a mesa com João Roberto Marinho, das Organizações Globo.

E de Daniel Castro, sob o título "Maré Baixa":

_ O "Jornal Nacional", que já atingiu 52,8 pontos em maio de 2006, marcou só 24,8 anteontem na Grande SP. O "JN" vem sofrendo com o desempenho sofrível das novelas. Ainda assim, deu mais que o dobro do "Jornal da Record" (10,9).

"Merchan" - Ricardo Feltrin informa no UOL que Silvio Santos vai permitir merchandising em seu programa. Até agora, só aceitava produtos de seu grupo, como Tele Sena e banco Panamericano, "mas diante da crise e da ameaça de queda no faturamento a área comercial do SBT recebeu, pela primeira vez, sinal verde".

Sem medo de ser feliz - Em destaque nos sites Meio & Mensagem e Propaganda & Marketing, "mesmo diante da crise", a Coca-Cola anunciou investimento de R$ 1,7 bilhão no Brasil, crescimento de 17% em relação ao empregado no ano passado.

Escrito por Nelson de Sá às 09h36

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Bilhões de burgueses

A nova "Economist" traz encartado um especial sobre "As novas classes médias nos mercados emergentes", título geral dos mais de dez textos, com pesquisa especial Pew, um perfil de consumo, a aposta de que elas vão reagir à crise etc.

A longa introdução de John Parker traz a foto e descreve a cena de uma multidão diante da loja das Casas Bahias na favela de Paraisópolis, em São Paulo. "Esta é a nova classe média dos emergentes indo às compras." O texto saúda num dos enunciados, à maneira de Lula, que "pela primeira vez na história mais de metade do mundo é classe média, graças ao crescimento nos emergentes".

No editorial "Mais dois bilhões de burgueses", em que cita Karl Marx, a "Economist" avalia que "a ascensão da nova classe média mudou o mundo", mas: "E se eles mergulharem de volta na pobreza?". Alerta para o efeito de um "crash" sobre "o progresso feito recentemente em direção à democracia e à estabilidade política".

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de 13.2.

Escrito por Nelson de Sá às 08h22

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13.2 jornais lá

 

 

Para as edições e capas, "NYT", "WSJ", "WP", "FT" e "China Daily". "NYT" e "WP" também no NewsStand. "WP" e "China Daily" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). Capas de "NYT", "WSJ" e "WP" também no Newseum (por Estado, à esq.).

Para os sites, NYT, WSJ, WP, FT e China Daily.

Escrito por Nelson de Sá às 08h06

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13.2 jornais cá

  

Para as edições e capas originais, Folha, "Estado" e "Valor". Com acesso restrito, "Globo". Folha, "Globo", "Estado" e "Valor" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). Capas de Folha, "Globo" e "Estado" também no Newseum (por país, à esq.).

Para os sites, Folha OnlineGlobo Online, Estadao.com.br e Valor Online.

Escrito por Nelson de Sá às 07h56

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Dilma, o ensaio

Sozinho na cobertura, Cristiano Romero destaca no "Valor" como Dilma Rousseff já "ensaia discurso de campanha". Não a forma, mas o conteúdo. Em entrevista, a presidenciável defendeu manter as alianças como fundamento para "a continuidade do projeto", agora partindo para "a reforma do Estado".

Evocou Getúlio Vargas e Leonel Brizola, ela que optou pelo trabalhismo de ambos, não de Lula, até 99. "O trabalhismo tinha sido o grande movimento de massas da resistência e da tentativa das reformas urbana, agrária etc. O golpe de 64 foi feito contra o trabalhismo."

Por outro lado, "diante do silêncio da Globo em relação à pesquisa Sensus", que indicou a viabilidade eleitoral de Dilma, Laurindo Leal Filho defende no site Carta Maior "começar já a analisar a cobertura das eleições de 2010 pelo 'Jornal Nacional'". Remete ao livro "Telejornalismo e Poder nas Eleições Presidenciais", lançado pela Summus, que começou cedo seu levantamento da última campanha e registrou como Geraldo Alckmin recebeu 68,6% de cobertura positiva do "JN" contra 16,4% para Lula.

Globo & São Paulo - Em resposta ao Radar On-line, que noticiou que a série "A Lei e o Crime" bateu a Globo no Rio por 24 a 16, o blog de Patrícia Kogut no Globo Online informa que "em São Paulo, na mesma faixa horária, a Globo deu 24 a 15".

Menor - O Radar On-line informa que "no último momento" o grupo RBS desistiu da Maior, empresa de mídia externa que seria criada em sociedade com o grupo ABC, de Nizan Guanaes e Armínio Fraga. A Maior vai sair "assim mesmo", para atuar no mercado paulista, sob direção de Paulo Zottolo, do Cansei.

Escrito por Nelson de Sá às 09h30

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"Crazy" Fidel

Huffington Post, Gawker e outros sites americanos exploraram comicamente a mais recente e "bizarra" coluna de Fidel Castro no "Granma", em que ele especula de forma desencontrada sobre a origem do sobrenome Emanuel, do chefe de gabinete de Obama.

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de 12.2.

Escrito por Nelson de Sá às 09h00

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12.2 jornais lá

 

 

Para as edições e capas, "NYT", "WSJ", "WP", "FT" e "China Daily". "WP" e "China Daily" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). Capas de "NYT", "WSJ" e "WP" também no Newseum (por Estado, à esq.).

Para os sites, NYT, WSJ, WP, FT e China Daily.

Escrito por Nelson de Sá às 08h48

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12.2 jornais cá

   

Para as edições e capas originais, Folha, "Estado" e "Valor". Com acesso restrito, "Globo". Folha, "Globo", "Estado" e "Valor" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). Capas de Folha, "Globo" e "Estado" também no Newseum (por país, à esq.).

Para os sites, Folha OnlineGlobo Online, Estadao.com.br e Valor Online.

Escrito por Nelson de Sá às 08h30

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Como salvar os jornais?

O site Gawker proclama 2009 "O ano das ideias para salvar os jornais!" nos EUA e relaciona as duas principais: cobrar pelas notícias on-line, como proposto por Steven Brill em relatório para o "New York Times" postado pelo instituto Poynter, e tornar os jornais sem fins lucrativos, vivendo de doações, como proposto por David Swensen no "NYT".

"Infelizmente, as soluções sofrem do mesmo mal que leva a maioria das pessoas ao jornalismo: falta de capacidade para a matemática", diz o Gawker, calculando que a conta não fecha nas duas, diante do custo anual de uma redação, superior a US$ 200 milhões.

O site faz pouco do modelo de "micropagamentos", como no iTunes, idéia também questionada na Slate, dizendo que notícia não é música.

Mas o autor da capa da "Time", que reciclou a ideia, é sucesso na TV. Vai hoje ao programa de Charlie Rose e antes passou pelo "Daily Show", onde foi constrangido por piadas. Jon Stewart deu sua contribuição, propondo que a tinta dos jornais use droga "altamente viciante" e torne os leitores dependentes.

É diferente - Ken Auletta, célebre colunista de mídia da "New Yorker", entrou no extenso debate com um conselho, em entrevista a um jornal de Boston: "As pessoas que dirigem os jornais têm que começar [a busca de salvação] pela premissa de que jornal on-line é diferente de jornal impresso" e "demanda interatividade".

O papel continua - Michael Kinsley, que criou a Slate para a Microsoft, entrou no debate com o alerta, em artigo para o "NYT", de que também ele "não tinha dúvida sobre o princípio de que o 'conteúdo' não deveria ser grátis", mas a cobrança durou só um ano na Slate. Ele acredita que os jornais nacionais devem sobreviver. Os locais, não.

"Change" - A imagem de Barack Obama, agora presidente, já foi esgotada e ele recebe críticas. Mas a "Vogue" de março, que chega hoje às bancas dos EUA, encontra um pouco mais o que explorar na era de "mudança" com Michelle, "a primeira-dama que o mundo estava esperando", fotografada na capa por Annie Leibovitz.

 

 

 

 

Escrito por Nelson de Sá às 11h50

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Reestruturação

Semana passada, a coluna Ooops postou no UOL que a Globo tirou o gerente de comunicação e porta-voz da Record, Ricardo Frota. "Um dos objetivos seria reaproximar-se da imprensa paulista especializada em TV, considerada mais difícil de lidar que a carioca."

Agora, o site Tela Viva noticia que a Abert, o lobby da televisão em Brasília, "passa por reestruturação importante" e passa a ter como diretor-geral Luiz Roberto Antonik, atualmente na RPC, afiliada da Globo no Paraná. É quem passa a "cuidar do relacionamento com o Congresso, ministérios e demais órgãos do governo federal".

A mudança coincide com a troca no comando do Senado.

No domingo, a Folha noticiou que seu novo presidente, José Sarney, aparece em escuta legal pedindo ao filho Fernando Sarney, que dirige o grupo de comunicação da família, "o uso da TV Mirante, afiliada da Globo no Maranhão, para veicular denúncias contra o governador Jackson Lago, que derrotou a filha Roseana Sarney em 2006".

Em destaque na home da "Economist", a nova edição diz que o controle sobre a retransmissão da Globo ajuda a manter o Maranhão como "feudo" por Sarney e a sustentar seu poder no Congresso.

De lucro a prejuízo - A Reuters informa que a maior operadora de TV paga do país, a Net de Carlos Slim, "viu seu resultado trocar de sinal no quarto trimestre, ao registrar um prejuízo líquido de R$ 91 milhões antes um ganho antes de R$ 96 milhões". O motivo foi o impacto da variação cambial na dívida em dólar da empresa.

Lucro, mas... - Já a operadora Brasil Telecom, recém-adquirida pela Oi, fechou o quarto trimestre com lucro líquido de R$ 115,3 milhões, mas também "sofreu impacto do resultado financeiro negativo", com o câmbio. A BrT cresceu em telefonia fixa e nos acessos de banda larga ADSL, acrescentam Tele-Síntese e Teletime.

Escrito por Nelson de Sá às 10h40

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Uma série

Segundo o Radar On-line, na segunda-feira a série policial "A Lei e o Crime", da Record, com Ângelo Paes Leme e Caio Junqueira, alcançou no rio a média de 24 pontos contra 16 da Globo, esta com o filme hollywoodiano "Plano de Vôo", com Jodie Foster.

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de 11.2.

Escrito por Nelson de Sá às 09h10

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11.2 jornais lá

 

 

Para as edições e capas, "NYT", "WSJ", "WP", "FT" e "China Daily". "WP" e "China Daily" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). Capas de "NYT", "WSJ" e "WP" também no Newseum (por Estado, à esq.).

Para os sites, NYT, WSJ, WP, FT e China Daily.

Escrito por Nelson de Sá às 09h08

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11.2 jornais cá

  

Para as edições e capas originais, Folha, "Estado" e "Valor". Com acesso restrito, "Globo". Folha, "Globo", "Estado" e "Valor" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). Capas de Folha, "Globo" e "Estado" também no Newseum (por país, à esq.).

Para os sites, Folha OnlineGlobo Online, Estadao.com.br e Valor Online.

Escrito por Nelson de Sá às 08h58

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Obama e os jornalistas

Barack Obama deu a primeira entrevista coletiva na Casa Branca ontem à noite e, ao contrário de George W. Bush, cedeu à "tradição" solicitando pergunta à correspondente Helen Thomas, 88. Por outro lado, como destacou o "New York Times", "a nova mídia entrou" em cena, com a pergunta de um blogueiro do Huffington Post. O "Washington Post" elogiou a sobriedade dos jornalistas e o Gawker traduziu o tom sombrio de Obama como "a festa acabou".

Abaixo, o vídeo da coletiva, postado no canal da Casa Branca no YouTube, aberto no dia 20, com a nova administração:

Escrito por Nelson de Sá às 12h05

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A despeito da crise

O site Meio & Mensagem evita amontoar relatos de demissões, como o Propaganda & Marketing, e abre a semana com a manchete "Apesar da crise, grandes agências de propaganda faturam mais". Em resumo, "a maioria das líderes do ranking nacional começou 2009 melhor que o mesmo mês do ano passado".

Na edição em papel do semanário, também com link pela home page, "o mercado registra crescimento em janeiro".

Sobe - A nova "CartaCapital" chegou às bancas com as primeiras páginas tomadas por Itaú/Unibanco, em publicidade da agência África, de Nizan Guanaes, e pela Shell.

Desce - O "NYT" noticia que "a recessão pesou nas vendas das revistas de celebridades" nos Estados Unidos, no segundo semestre do ano passado. A "Star" caiu 10,3%, a "National Enquirer", 11,2%, a "OK!", 2,7%, a "Us", 1,3%.

Sobe-e-desce - Entre as revistas de informação, a "Newsweek" caiu 13,1%, a "Time" se manteve estável e a "Economist" subiu 9.2%.

"É o 15" - O PMDB da Bahia lançou um jornal mensal com 50 mil exemplares e que, na primeira edição, publicou três fotos e citou 27 vezes o nome do ministro Geddel Vieira Lima, segundo a Folha.

Escrito por Nelson de Sá às 12h04

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Dispara, quase dobra... ou afunda

Fim do dia de ontem e, no topo do Google Notícias, agregador para a cobertura brasileira, "Produção de veículos dispara em janeiro". Na manchete do UOL também, "em um mês, quase dobra". Também na manchete do site da Reuters Brasil, ao longo de tarde e noite, "Montadoras recuperam fôlego no começo do ano".

Início da noite, no entanto, e o "Jornal Nacional" prefere a manchete "IBGE registra em dezembro a maior queda no nível de emprego da indústria desde 2001, mas o setor automobilístico dá sinais de reação em janeiro".

Ajudando a compreender as demissões de dezembro, "Otimismo afunda nos Brics", no enunciado do UOL para uma reportagem do "Financial Times". No original, mais especificamente, o que caiu foi o "otimismo dos industriais". Foi uma queda com "efeito paralisante" nos quatro Brics _e o pessimismo então foi "maior no Brasil".

A pesquisa "monitorou a tendência" de 1.800 indústrias dos Brics. Por aqui, segundo a BBC Brasil, na escala de -100 a +100 de confiança para o ano, os empresários brasileiros ficaram em -3 (contra +65,3, seis meses antes).

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de 10.2.

Escrito por Nelson de Sá às 11h24

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10.2 jornais lá

 

   

Para as edições e capas, "NYT", "WSJ", "WP", "FT" e "China Daily". "WP" e "China Daily" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). Capas de "NYT", "WSJ" e "WP" também no Newseum (por Estado, à esq.).

Para os sites, NYT, WSJ, WP, FT e China Daily.

Escrito por Nelson de Sá às 11h12

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10.2 jornais cá

 

Para as edições e capas originais, Folha, "Estado" e "Valor". Com acesso restrito, "Globo". Folha, "Globo", "Estado" e "Valor" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). Capas de Folha, "Globo" e "Estado" também no Newseum (por país, à esq.).

Para os sites, Folha OnlineGlobo Online, Estadao.com.br e Valor Online.

Escrito por Nelson de Sá às 11h11

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O erro do "New York Times"

O "NYT" publica longa reportagem sobre si mesmo, hoje, intitulada "estratégia resiliente para o 'Times' apesar do custo da recessão". A presidente da The New York Times Co. diz que os cortes em cobertura nacional e internacional dos concorrentes são "oportunidade" para o jornal, que não carrega dívida tão pesada como os demais.

Para blogs de mídia como Pub, do site Editor & Publisher, e Romenesko, do instituto Poynter, o mais importante da reportagem foi revelar que, dentre os erros do jornal, o maior foi comprar US$ 2,7 bi de suas próprias ações, entre 1998 e 2004.

Menor e mais pesada - O mesmo "NYT" noticia que em maio a "Newsweek", também em dificuldades, vai abandonar sua "compulsão de abordar as notícias da semana" e se concentrar em temas sobre os quais tenha "algo de original a dizer". Vai cortar páginas e usar papel mais pesado, de maior atração para anunciantes.

Há 28 anos - O Pub levantou um vídeo "impagável", com uma reportagem de TV de 1981 sobre um primeiro experimento de acesso pago a jornais como "NYT" e "San Francisco Examiner" via computador. Antes da web e, segundo o repórter, sem representar maior ameaça aos jornais impressos, "ao menos por enquanto":

Escrito por Nelson de Sá às 11h30

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O circo humano

José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, hoje o pai de Boninho, diretor de "Big Brother Brasil", diz que "a TV aberta está mais forte que nunca" e dá como exemplo a semana passada nas redes americanas, com a atenção do país voltada ao comandante do avião do rio Hudson, às entrevistas de Obama, às novas séries, tudo pela TV:

_ As carpideiras de plantão, que choram a morte dos gloriosos dias da TV brasileira, deviam jogar no lixo seus lenços velhos e seus mantos negros, entendendo que não  é o veiculo que está em crise, mas sim o uso que se faz dele.

O diretor Daniel Filho, que foi seu colega na Globo e hoje confirma a viabilidade do cinema nacional com "Se Eu Fosse Você 2", que está perto dos cinco milhões de espectadores, dá longa entrevista à revista "IstoÉ" e é mais crítico da TV brasileira:

_ A última vez que me vi sentado e fiquei um tempo diante da telinha foi por causa de um programa muito ruim. Não vou dizer qual. Fiquei tão abismado diante do que estava assistindo, era tão mal representado, inverossímil, que eu fiquei paralisado.

Sobre "Big Brother Brasil":

_ Aquilo é um circo humano. As pessoas ganham dinheiro, se tornam atrizes, saem peladas numa revista. Dentro do que se propõe é bem-feito, mas não deixa de ser um circo humano. Isso existe desde tempos antigos, tinha o Coliseu, onde as pessoas eram entregues aos leões. Agora é gente comendo gente.

TV aberta 1 - A coluna Ooops destacou dias atrás no UOL que a Rede TV! "prepara um megacorte de gastos em todos os níveis", inclusive demissões e a redução de programação própria "até o limite permitido, substituindo por horários pagos".

TV aberta 2 - A coluna Outro Canal informa hoje na Folha que a TV Cultura "demitirá nesta semana 32 funcionários, a maioria da área de produção", num corte que alcança 2,5% de seus profissionais.

Agências - O site Propaganda & Marketing dá em manchete que nas últimas semanas, junto com o fechamento da Famiglia, as agências Ogilvy, JWT, Leo Burnett e Y&R fizeram demissões. Mas "executivos do setor destacam que os segmentos automobilístico e varejo elevaram seus investimentos em mídia em janeiro".

Imprensa 1 - O site Comunique-se dá em manchete que o "Jornal do Brasil" demitiu na semana passada 26 profissionais da redação, diminuindo em quase um terço o número de jornalistas.

Imprensa 2 - Na contramão dos cortes, a home do Meio & Mensagem segue com o destaque para o crescimento de 5% na circulação de jornais no Brasil, no ano passado, segundo o IVC. A tabela ao lado, do M&M, ajuda a entender por que Lula resolveu se tornar colunista de jornal popular, como informou o Painel.

Escrito por Nelson de Sá às 10h15

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"Who is this guy?"

Em artigo por jornais como "O Dia", do Rio, "Zero Hora", de Porto Alegre, e "O Povo", de Fortaleza, Lula anunciou no domingo um novo encontro com prefeitos de todo o país e de todos os partidos, para "criar grupos gestores do PAC" nos municípios, visando "monitorar obras".

 

Do "Financial Times" à agência chinesa Xinhua, esta com a reportagem "Presidente brasileiro inspira a nação em meio às dificuldades econômicas", segue ecoando a pesquisa dos 84% de aprovação.

Em resenha da biografia recém-lançada do petista, "The Story So Far", a nova edição da conservadora revista "Weekly Standard" questiona como ele passeia da esquerda à direita _e se pergunta, com aversão: "Quem é esse cara?".

Em editorial e no texto "O prestígio inabalável de Lula", a "Veja" busca explicar "por que Lula consegue manter sua popularidade", afirmando que é "sensível às iniquidades sociais" e evitou "aventuras" na condução da economia.

Já a coluna "Radar" anota que "a classe C -a classe média emergente- continua em expansão" e bateu nos 53,8%.

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de hoje.

Escrito por Nelson de Sá às 08h58

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9.2 jornais lá

 

 

Para as edições e capas, "NYT", "WSJ", "WP", "FT" e "China Daily". "WP" e "China Daily" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). Capas de "NYT", "WSJ" e "WP" também no Newseum (por Estado, à esq.).

Para os sites, NYT, WSJ, WP, FT e China Daily.

Escrito por Nelson de Sá às 08h42

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9.2 jornais cá

   

 

Para as edições e capas originais, Folha, "Estado" e "Valor". Com acesso restrito, "Globo". Folha, "Globo", "Estado" e "Valor" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). Capas de Folha, "Globo" e "Estado" também no Newseum (por país, à esq.).

Para os sites, Folha OnlineGlobo Online, Estadao.com.br e Valor Online.

Escrito por Nelson de Sá às 08h28

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8.2 revistas

 

  

 Para as edições e capas, Veja, CartaCapital, Época e IstoÉ.

Escrito por Nelson de Sá às 12h14

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8.2 jornais lá

  

Para as edições e capas, "NYT", "WSJ", "WP", "FT" e "China Daily". "WP" e "China Daily" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). Capas de "NYT", "WSJ" e "WP" também no Newseum (por Estado, à esq.).

Para os sites, NYT, WSJ, WP, FT e China Daily.

Escrito por Nelson de Sá às 12h02

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8.2 jornais cá

 

Para as edições e capas originais, Folha e "Estado". Com acesso restrito, "Globo". Folha, "Globo" e "Estado" também no PressDisplay (lista por país, à esq.) e no Newseum (por país, à esq.).

Para os sites, Folha Online, Globo Online e Estadao.com.br.

Escrito por Nelson de Sá às 11h58

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Blog da coluna "Toda Mídia" (assinantes Folha e UOL), de segunda a sexta, pela manhã, escrito pelo jornalista Nelson de Sá.

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